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Instituto é criado para defender o crescimento do Foodservice no Brasil

Nesta quinta-feira, dia 22 de agosto, o Instituto de Foodservice Brasil (IFB) inicia oficialmente suas atividades. Formado inicialmente por 20 empresas que atuam no mercado de alimentação fora de casa, o IFB concentra cerca de 170.000 empregos diretos no país, 4130 unidades. Ao contrário das demais associações empresariais, fortemente setoriais, o Instituto de Foodservice Brasil cobre toda a cadeia de valor deste segmento, congregando fornecedores de alimentos e bebidas, distribuidores de produtos, serviços, equipamentos e operadores de rede.

O mercado de Food Service no Brasil movimenta em torno de 130 bilhões ao ano. Em 2012, cerca de 32% da população brasileira fizeram suas refeições fora de casa ou compraram alimentos prontos e os levaram para suas residências. Trata-se de um mercado em constante crescimento. Em 2002, por exemplo, este índice estava em 24%. A título de comparação, o mercado de Food Service cobre 40% da sociedade nos Estados Unidos.

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“Nos últimos anos, tivemos um expressivo crescimento do mercado de alimentação fora do lar devido ao aumento da renda e mudança de hábitos de consumo”, diz Tupa Gomes, CEO da Martin Brower e coordenador geral do IFB. “Tudo indica que esses fatores vão continuar a impulsionar o segmento, que deverá atingir uma penetração semelhante à dos Estados Unidos em alguns anos”.

As empresas que já se filiaram ao IFB são: Alsea, Ambev, BFFC, BRFoods, Burger King, Coca-Cola, Comfrio, GS&MD, International Meal Company, Junior Alimentos, Makro, Marfrig, Martin Brower, Nestlé, Outback, Spoleto, Subway, Taylor, Unilever e Zamboni

Sobre o IFB:

A missão do IFB é unir a cadeia de valor – fabricantes, prestadores de serviços e operadores de redes – em prol do crescimento, profissionalização e amadurecimento do Foodservice no Brasil.

A visão do Instituto é elevar o segmento de Foodservice do Brasil ao padrão de classe mundial de consumo, segurança alimentar e eficiência operacional e unir toda a cadeia de valor com o mesmo objetivo.

O IFB possui cinco comitês permanentes, que buscam discutir e aprimorar os seguintes temas:

  1. Gerir e Compartilhar dados e informações
  2. Eficiência na cadeia de distribuição
  3. Desenvolvimento de pessoas
  4. Segurança Alimentar e Sustentabilidade
  5. Racionalização tributária

Por que o Magazine Você se tornou um case de sucesso?

No Magazine Luiza a internet é vista como um canal complementar e desde o começo a empresa implementou uma estratégia de omnichannel, um canal aprendendo com o outro. A primeira ação de ecommerce aconteceu em 1992 com as lojas virtuais, em 2000 foi a vez do magazine.com e em 2012 foi lançado o Magazine Você.

A proposta permite ao usuário de redes sociais abrir uma loja no Facebook com até 60 produtos do http://www.magazineluiza.com, divulgar entre seus amigos e ganhar uma comissão de 2,5% a 6 % por cada produto vendido.  Toda a operação de compra, incluindo o pagamento e a entrega,  é de responsabilidade do Magazine Luiza, o que garante segurança e confiabilidade à plataforma.

A ideia foi baseada na venda porta a porta que ano passado movimentou no Brasil R$ 50 bilhões, afirmou Frederico Trajano, diretor de Marketing e Vendas do Magazine Luiza.  A meta inicial eram 10 mil lojas em 1 ano e hoje são mais de 100 mil lojas no ar.

Pesquisa traz um panorama sobre a logística no e-commerce brasileiro

A ABCOMM (Associação Brasileira de Comércio Eletrônico), fundada em maio do ano passado, realizou o estudo “Logística no E-commerce Brasileiro”,  em junho deste ano.  Para o presidente da ABCOMM, Maurício Salvador, “a operação está ganhando a guerra no cenário econômico mundial. Na operação há um grande potencial de ganho de performance, os processos precisam estar bem desenhados para suportar o crescimento no número de pedidos”.

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O estudo entrevistou mais de 250 lojas virtuais e contou com apoio da Brazil Panels e Ecommerce School. Foram considerados três pontos: armazenagem, frete e manuseio. Confira alguns dados referentes às lojas virtuais no Brasil:

Armazenagem

– 82% tem armazenagem própria;

– 93% das empresas utilizam os Correios;

Transporte

– 13% têm frota própria;

– 89% utilizam o serviço dos Correios PAC e 84% usam Sedex;

– 23% das empresas utilizam diferentes transportadoras por regiões;

– 64% usam o frete rodoviário;

– 58% dos custos estão relacionados a frete; 23% armazenagem e 19% manuseio;

Frete

– 55% das lojas virtuais repassam o custo do frete para o cliente;

– 66% das empresas que oferecem frete grátis citam como motivo principal gerar aumento das vendas;

Entrega

– O principal problema nas entregas das lojas virtuais é atraso com 61%.

Treinamentos desenvolvidos para shoppings geram aumento da capacitação profissional

Os shopping centers são responsáveis por uma verdadeira revolução no segmento varejista nacional cujas projeções demonstram que o número de unidades deve passar de 458 no início de 2012 para próximo de 500 unidades no final de 2014. Esse volume ainda é pouco representativo dado que eles representam apenas 19% das vendas varejistas. Nos EUA o número de unidades é de aproximadamente 103 mil, respondendo por um alto volume das vendas varejistas.

Uma das principais preocupações de empresários desse segmento diante dessa oportunidade de mercado é a qualificação da mão de obra. Há poucos profissionais com experiência relevante e atuação consistente nesse setor. A grande maioria dos profissionais é originária de outros ramos como a indústria de bens de consumo ou a economia informal e identifica, nas oportunidades abertas pelos shoppings centers, o espaço ideal para seu crescimento pessoal e profissional.

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Diante desse cenário a GS&BW e a GS&MD desenvolveram um seleto conjunto de cursos de capacitação para profissionais do setor. Segundo Luiz Marinho, sócio-diretor da GS&BW, os cursos foram cuidadosamente projetados para a realidade desse mercado considerando agendas que não atrapalhem os picos de vendas e contemplando informações discutidas em eventos nacionais e internacionais como a NRF e RECon.

Os treinamentos foram segmentados para os diversos públicos envolvidos nesse ecossistema. Há capacitações específicas para os gestores dos shoppings, superintendentes, empresários, gerentes de lojas e vendedores. Com isso, os temas navegam desde “O Encantamento do Cliente”, “A Gestão Operacional da Loja”,  “Consumidor Omnichannel”, “Experiência de Loja” e “Mídia Indoor”.

Segundo Artur Motta, diretor da área de Treinamento e Desenvolvimento da GS&MD, os profissionais envolvidos no projeto possuem grande experiência como executivos do mercado varejista, possuindo competências para discutir assuntos técnicos e comportamentais como Liderança, Gestão de Pessoas ou Mudanças Organizacionais.

No momento os cursos destinados ao segmento de shopping centers só estão sendo oferecidos na modalidade in company, pois durante a execução dos mesmos os participantes são envolvidos em questionamentos e atividades que debatem o ponto de vista competitivo de suas organizações. Os responsáveis pelo projeto, entretanto, reforçam que havendo demanda poderão ser criadas turmas abertas visando preparar esses profissionais para o período de alta sazonalidade das vendas.

A GS&MD atua há mais de 25 anos estudando e desenvolvendo o segmento varejista brasileiro e “entender o mercado do ponto de vista do shopper” está entre seus negócios.

Michael Kors abre primeira loja no Brasil

A Michael Kors anunciou a abertura de sua primeira loja Michael Kors Lifestyle no Brasil. A loja abriu no shopping Village Mall, no Rio de Janeiro. O projeto é assinado pelo time de designer de interiores in-house e reflete a mesma estética das lojas ao redor do mundo – com sofás de couro branco, acabamentos em metal, superfícies espelhadas e obra de arte vintage.

Michael Kors

A loja de 1.500 m² conta com o mix de acessórios de ambas as linhas da marca, Michael Kors e MICHAEL Michael Kors, que incluem bolsas, sapatos, óculos, relógios e fragrâncias além da coleção ready-to-wear da MICHAEL Michael Kors.

“O Brasil é o lugar onde pude conhecer as pessoas mais bonitas, chiques e divertidas. Eles têm um estilo de vida glamoroso sem muito esforço, e isso não poderia estar mais alinhado com o meu design e filosofia. Estou muito ansioso para ter a primeira loja aqui” afirmou Michael Kors.

O ponto de venda e o conforto do consumidor

Visando novos mercados e operações diversificadas, o Grupo Pão de Açúcar está investindo R$40 milhões de reais no projeto de shoppings de vizinhança. Os shoppings de vizinhança são centros comerciais com diversas lojas para facilitar o consumidor em seus bairros. O novo negócio do grupo, nomeado Convida, é administrado pela varejista GPA Malls & Properties que dará expansão a outros empreendimentos com o mesmo padrão.

O primeiro empreendimento foi instalado na Avenida das Américas, na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro e conta com outras redes de varejo como Centauro, Alô Bebê, Pet Center Marginal e academia SmartFit, além de 35 lojas satélites.

Com o intuito de gerar maior atratividade ao ponto de venda e potencial para receber cerca de 6 mil pessoas por dia, o projeto foi estruturado a partir de estudos sobre a vocação imobiliária da região. São 5 lojas âncoras e 40 lojas, distribuídas em dois pavimentos, praça de alimentação, sala de eventos, alameda de serviços e mais 600 vagas de estacionamento.

Pao de acucar

Pesquisa mostra que 69% dos brasileiros não poupam

Pesquisa da Serasa Experian conclui que 69% dos brasileiros não poupam. O levantamento foi realizado no primeiro trimestre de 2013, com 2002 pessoas em 142 cidades de todos os Estados mais o Distrito Federal, incluindo capitais, periferia e interior.

Ainda segundo a pesquisa, 35% dos brasileiros disseram que sentem mais prazer em gastar imediatamente do que em poupar e 30% dos entrevistados confessaram comprar por impulso.

cofre

O resultado pode ser motivado pela falta de conhecimento sobre vantagens reais dos investimentos, diz a Serasa, levando em conta que 52% não sabiam ao certo ou não informaram corretamente quanto teriam após investir R$ 100 por um ano em uma aplicação financeira com juros de 2% no período (24% não sabiam e 28% não informaram corretamente).

Dos 48% que responderam corretamente (a resposta é R$ 102), a maioria tem curso superior e renda mensal acima de 10 salários mínimos, diz a Serasa.

 

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